Two is better than one (Cap. 1)

O sinal para o recreio bateu, tarde demais pelo meu ponto de vista: briga com as melhores amigas, uma nota vermelha que podia acabar com meus planos de passar de ano direto e... ah, o mundo parecia melancólico demais. Mas, incontestavelmente, a briga era a pior coisa. Não aguentava mais ter que compartilhar aquela sala de aula com as meninas, que agora me ignoravam completamente e contavam segredinhos entre si, tomando todo o cuidado para que eu não ouvisse uma palavra sequer sobre o assunto que fofocavam. O que foi, o meu cabelo estava armado ou tinha alguma coisa no meu dente? O QUE FOI?
Não queria esperar ninguém para dividir uma lata de refrigerante ou qualquer coisa parecida (ou melhor, talvez elas não quisessem mesmo dividir mais nada comigo. É.), então desci correndo as escadas para o pátio e logo arrumei um canto meio escondido entre o canteiro de flores e os bancos de alvenaria. Abraçando minhas pernas e escondendo minha cabeça entre os joelhos, não consegui conter algumas lágrimas teimosas que caiam sem parar. Eu sou uma tola, eu sei disso. Eu não devia estar me importando com elas da mesma forma que elas não estavam se importando comigo, mas eu simplesmente não conseguia entender isso. Minhas lágrimas não entendiam isso, por nada no mundo.
- Hillary? Hillary, o que aconteceu? – de repente, interrompendo todos os meus pensamentos, eu sinto braços quentes abraçando os meus ombros e puxando-os para o seu corpo, tentando me acalmar de uma coisa que ele sequer sabia. – Por favor, você pode olhar para mim e contar o que aconteceu. Por favor.
Eu ergui minha cabeça e encontrei os olhos verdes de Brandon fitando-me brandamente, esperando que eu contasse de fato o que tinha acontecido ou simplesmente pulasse nos seus ombros e encharcasse sua camiseta com as minhas lágrimas, como já tinha acontecido diversas vezes. Por essas e por outras que ele era o meu melhor amigo.
- Ah, Brandon... – eu pulei nos seus braços e escondi minha cabeça no seu peito, deixando que o resto de minhas lágrimas caísse e que as minhas ideias fossem colocadas em ordem. Afinal, eu não me incomodava em sentir seu perfume inebriante tão próximo, enquanto me convencia de que eu tinha que parar com essa bobagem.
Alguns poucos minutos se passaram e eu ainda sentia os braços de Brandon me enlaçando, enquanto eu mantinha meus olhos fechados e minha cabeça enterrada no seu pescoço. Ele não disse uma palavra sequer, porque sabia que eu precisava de tempo e um pouco de silêncio pra pensar. É, e eu já tinha pensado. Eu suspirei e ele levantou minha cabeça, dando um sorriso torto enquanto esperava que eu simplesmente desabafasse.
- Ok, eu já parei de chorar. – disse, dando um riso nervoso, enquanto percebia que eu realmente tinha molhado a camisa dele. Dei um suspiro rápido e me desvencilhei dos seus braços, encostando minha cabeça no tronco de uma árvore próxima e deixando o caminho livre para que ele abrisse sua latinha de refrigerante. Ele não se mexeu. – Ahm, pode tomar o seu refrigerante.
- Isso pode esperar. E então, você quer ou não me contar o que aconteceu?
- Claro, é só que... eu não queria que você perdesse todo o recreio por minha causa.
- Eu não me importo com recreio, pelo menos não agora. – eu ri timidamente e encostei minha cabeça nos seus ombros.
- Poxa vida, eu acabei de descobrir que tirei uma nota baixíssima em Matemática, correndo praticamente o risco de reprovar o ano, e ao invés das garotas virem falar comigo, não... Ahm, elas estão cheio de fofoquinhas pra lá, pra cá e não me contam nada do que supostamente estão falando. – nisso, eu me virei para olhá-lo e percebi que ele prestava atenção ao que eu falava. – E... não sei, só estou com um péssimo humor, vivendo um péssimo dia.
Ele soltou uma pequena gargalhada e bagunçou um pouco os cabelos castanhos, fazendo com que eu me virasse para ele com uma careta de quem quer dizer 'Ah não, você também vai rir de mim?'.
- O que, você também? O QUE ACONTECE COMIGO HOJE PRA TODO MUNDO ESTAR RINDO DE MIM E... AH!
- Calma Hillary, é só que... lembrei que você está naqueles dias. – ele sussurrava as ultimas duas palavras para que ninguém mais ouvisse, e eu sorri. É, eu estava naqueles dias.
- Brandon, como você sabe disso? Tipo... eu costumo não contar esse tipo de coisas pra você, mesmo que nos conheçamos desde o jardim-de-infância e que você tenha estado comigo no exato momento em que... arrãm, você sabe, isso aconteceu. Como?
- Não sei se você se lembra, mas há aproximadamente um mês você também estava se debulhando em lágrimas porque sua mãe não deixou que você saísse com o Clark, aquele garoto mesquinho de vinte e um anos.
Não consegui contem uma risada rouca quando lembrei o dia em questão: eu realmente estava mal naquele dia, querendo me jogar na frente de um caminhão de mudanças. Assim como hoje. Ele piscou para mim e finalmente pegou a latinha de refrigerante do chão, abrindo-a num estralo rápido e dando um gole nela. Afinal, eu já estava sob controle e não havia mais perigo de que eu pulasse na frente de um caminhão de mudanças.
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GEEEEENTE, saudades enormes daqui! *-*
Espero que gostem dessa história, e se gostarem comentem para que eu continue. Já tenho a história toda pronta, mas vocês podem preferir outra coisa x:
Besos e até breve *:
Só nunca se esqueça...

... que eu te amei de verdade.
Você nunca vai compreender o tamanho do meu amor por você, mas eu não o culpo; nem eu consigo ver as proporções que esse amor tão gigantesco e devastador têm. Escapa da minha visão, toma todo o meu coração e domina o meu corpo com uma verocidade impressionante, inimaginável. Cada pedaço do meu corpo, da minha mente e do meu coração te pertence, mesmo que você o renegue do jeito mais dócil e amigo possível. Eu não posso te obrigar a me amar com a mesma intensidade com que eu te amo, e... tudo bem, eu já me acostumei com isso. Com as lágrimas involuntárias, com os apertos profundos do meu coração, com a dor que se fundiu à minha alma. Tudo bem.
Nem todas as palavras do mundo que eu pudesse escrever seriam possíveis para descrever a confusão de sentimentos que se misturam dentro do meu peito: felicidade, ansiedade, dor, saudade, amor... Apenas não se esqueça que eu sou sua e sempre serei sua, não importando as circunstâncias nem a distância que, um dia, poderá nos separar. Eu pertenço a você e sei muito bem disso. Sempre saberei.
Cada sorriso, cada palavra, cada brincadeira, cada toque, por menor que seja, faz com que o sangue se agite loucamente dentro das minhas veias e enrubesça minha pele de um vermelho único. Está fora do alcance das minhas mãos fracas, está fora do poder tão... inútil da minha mente, está impossível tirar esse amor de mim. Impossível.
Eu consigo muito bem continuar meu caminho sem você ao meu lado, afinal sempre foi e sempre será assim. Todo mundo consegue se acostumar com a supressão de alguém ou com uma dor profunda, e por que comigo seria tão diferente? Só te peço uma única coisa, bem pequenina e insignificante: não se esqueça que eu te amei com uma intensidade impossivelmente existente, e que eu nunca vou me esquecer do seu sorriso e da sua voz rouca que me faz sonhar acordada. Mesmo que eu encontre outro alguém que me ame assim como eu te amo agora, você é... eterno e insubstituível; nada e nem ninguém fará com que eu me esqueça de você, simplesmente porque você fez com que eu conhecesse e desfrutasse do mais amargo e inesquecível amor. Eu te amo.
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Meu Deus, não consigo acreditar até agora que consegui escrever alguma coisa. É tão... impressionante, porque já faz muuuuito tempo que eu tento escrever e não sai nada apropriado pra vocês, amados. Então, hoje, enquanto ouvia minha TayInspiracion, eu simplesmente quis escrever e... saiu! AAAAAAAAAH *-*
O texto? Completamente fictício, ok? (mas bem que podia pertencer à uma página de um diário meu, um dos beeeem velho)
Então, é isso! Beijos e mais beijos, amor e mais amor *: <3
Eu só... acredito em você!

Eu sei que, um dia, você aparecerá. Eu acredito nisso e não consigo sequer imaginar, por um momento, que você... não existe; que não passa de uma farsa muito bem escrita e desenhada pela minha imaginação.
Eu ainda acredito em você.
Acredito no dia em que trombaremos na esquina da minha casa: você olharia para mim com seus olhos grandes e verdadeiros, pedindo desculpas ao mesmo tempo em que aproveita para descobrir onde eu moro, onde eu estudo, se eu namorava...
Acredito na tarde de primavera em que você apareceria em minha casa, com alguns balões nas mãos e um sorriso convidativo no rosto, dizendo que era impossível esquecer meus olhos (que, sinceramente, não têm 'graça' alguma mesmo!) e que o mínimo que ele podia fazer para se desculpar pela falta de atenção era levar-me até o parque de diversões que se instalara na cidade há alguns dias.
Acredito no dia em que você chegaria à minha casa usando uma calça social de cor cáqui e uma camisa de botões e manga comprida, que em nada combina com seu jeito despojado de rir de qualquer coisa besta e de alegrar até mesmo a pessoa mais carrancuda do mundo: afinal, você conseguiu e consegue me fazer rir. Você se sentaria desajeitadamente no sofá, fitando os ladrilhos da sala, esperando o banho do meu pai terminar. Eu te olharia carinhosamente e apertaria suas mãos entre as minhas, dizendo que meu pai não era tudo aquilo que ele imaginava: um monstro portador de duas cabeças desproporcionais e caninos poderosos.
Acredito no dia em que você chegará com o seu melhor sorriso e um buquê de pequenas flores coloridas escondidos atrás das costas largas, numa tentativa frustrada de me fazer uma singela e ao mesmo tempo significativa homenagem: como se eu não fosse descobrir que aquilo que você segurava atrás do seu corpo fosse um delicado ramalhete de flores campestres. E então eu pularia no seu colo, com algumas lágrimas de alegria escorrendo pelos rostos, agradecendo a Deus simplesmente pela sua existência...
Acredito nas tardes ociosas e tristonhas, em que você olharia carinhosamente para mim e, com as costas das suas mãos, acariciaria meu rosto delicadamente, temendo que qualquer toque fosse capaz de me machucar. Não haveriam palavras e nem conselhos inúteis, apenas um sorriso de compreensão e seus braços abertos para eu me afundar no seu colo e chorar tudo o que meu coração quisesse. Bastaria.
Acredito nas noites que passaríamos acordados na casa dos meus pais, que mal dormiriam por causa da sua presença. Eu sabia que você não faria nada que levantasse tal desconfiança nos meus pais, mas... Sentado sob o chão, com um lápis na boca e incontáveis livros abertos à sua frente, você perderia suas preciosas horas de sono só pra fazer as formulas incompreensíveis de química e álgebra entrarem na minha cabeça e lá ficarem, seja para sempre ou mesmo até a chamada oral da terça-feira. Você se importava comigo, e sequer lembrava que também tinha uma chamada oral na terça-feira...
Acredito nos passeios que daríamos de mãos dadas, pela orla de uma praia praticamente deserta, se não fosse por um vendedor ambulante que encerrava sua jornada de trabalho e por uma mulher de corpo escultural que guardava toda a sua 'tralha' numa bolsa gigantesca: óculos de sol, canga, protetor solar, MP3 e outros objetos indecifráveis. Eu encostaria minha cabeça nos seus ombros, e você beijaria minha testa delicadamente, sussurrando que gostaria que aquele momento durasse pra sempre. Eu sabia que aquilo duraria para sempre...
Acredito no dia em que você simplesmente diria que me amava desde o primeiro encontrão, e que eu era tudo o que ele sonhara. Mas não, você é tudo o que eu podia querer pra minha vida, era a realização dum lindo e doce sonho de amor.
Eu acredito no amor, eu acredito na sua existência. Sem indagações e explicações, eu só... acredito em você.
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Olá colegas, tudo bem?
Pois bem, eu estou viva siiim e não quero e não vou abandonar o meu lindo e adorado blog! O caso é que aconteceram algumas coisitchas, entre elas um bloqueio criativo inacabável, um problema gigantesco na minha Internet e um pouquinho de falta de tempo. Ou seja, não sobrava tempo pra me dedicar ao meu blog como devia. All right, problemas e tudo o mais à parte, eu estou aqui. Yeeeah!
E vou retribuir aos comentários também, só precisarei de alguns dias pra retribuir todos os meus lindos visitantes.
PS: querem uma dica? Leiam esse texto ouvido a música L'amore, da Sonohra. Essa música é linda de morrer, e também possui a versão americana – Love is Here – mas eu, particularmente, prefiro a versão original e italiana. Pra quem assiste Malhação, vai logo reconhecer a música: siiiim, é a trilha sonora internacional do casal Caio&Marina, que por sinal, vocês sabem que é meu preferido!
Ok, já tagarelei demais por aqui. Beijitos e até breve, se Deus quiser *: <3
Pode até parecer que não, mas ainda dá tempo...

Posso até achar que não, dizendo pra mim mesma que todos aqueles sonhos e vontades loucas que moram num cantinho obscuro e secreto do meu coração, não terão tempo de se tornarem realidade, mas eu estou completamente e irrevogavelmente errada, já que há tempo de sobra pra fazer tudo aquilo que eu sempre quis. Ou melhor, pode até não ter tanto tempo assim, mas pra quê ficar perdendo meu precioso tempo pensando, e não agindo?
É, eu sei que ainda dá tempo de me arriscar a andar numa montanha-russa apavorante, ou mesmo num inofensivo patins. Eu sei que ainda dá tempo de ler todos aqueles livros que eu quero, e também sei que há tempo de sobra pra ver todos os filmes que estão em cartaz no cinema do shopping ou mesmo na locadora vizinha. Eu sei que há tempo para assistir todas as temporadas de Supernatural (mesmo que isso esteja loooonge demais de acontecer!). Eu também sei muito bem que há tempo de sobra pra tomar um simples banho de chuva, pra dançar feito uma doida, sem sequer perceber os olhares de reprovação das pessoas que estão ao meu redor e também de assistir um jogo do meu tricolor no Morumbi. Ah...
É, eu sei que ainda dá tempo de encontrar meu príncipe encantado, num supermercado de esquina ou então numa viagem incrivelmente maravilhosa a Las Vegas; pra tanto não é necessário que eu beije todas as bocas que eu encontrar pelo caminho. Eu sei que ainda dá tempo... de realizar tudo aquilo que eu quero e preciso, basta força de vontade e um pouquinho de sorte!
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Heey giirls, tudo bem?
Por aqui, nem tanto já que nesse momento estou passando mal. É, deve ser algo que comi ou mesmo uma indisposição boba. Vai passar /assim espero. HAHA'
É, vim dar uma satisfação aqui porque eu sei bem que estou sumida demais (acabei de ver que estou postando uma vez por semana. COMO ASSIM?) e que isso é apenas o resultado de uma falta de criatividade constante. É. Mas tudo bem, algum dia ela vai ter que passar também /assim espero, dois. HAHA'
Well amadas, é só isso que tenho pra dizer (ah, já ia me esquecendo: retribuirei as visitas amanhã, ok? Afinal, não estou muito bem e, quando estou assim, só quero fazer NADA. Ou seja, não teria paciência para ler todos os blogs x: Amanhã eu comento, ok?). Beijos e mais beijos na ponta do nariz, até breve *: <3'
Eu acredito em príncipes. Acredito. Acredito.

22/09/1969
- Pai, eu queria tanto namorar a Jessie, do segundo ano, mas não sei o que fazer...
- Ah meu filho, as mulheres não são tão difíceis quanto pensamos. Siga os meus conselhos, aposto que ela se apaixonará por você: primeiro, mostre a ela que você merece a companhia dela. Abra a porta da sala da aula de Biologia pra ela, pague seu lanche e ofereça sua blusa de frio se, por acaso, ela esqueceu a dela no carro. Depois que perceber que ela já está começando a reparar em você, chame-a pra sair. Leve-a num restaurante aconchegante e um tanto quanto romântico, puxe a cadeira para ela se sentar e pague a conta. Converse sobre tudo, olhe nos olhos dela e ouça-a, principalmente; mesmo que o assunto seja... chato. E se ainda assim, se render aos encantos da tal Jessie, peça-a em namoro, com direito a flores e um lugar bem romântico. E se ela não aceitar, é porque não está mesmo gostando de você, filho. Melhor esquecê-la e tentar prestar atenção nas outras garotas... Mesmo que isso não seja fácil.
28/08/2009
- Poxa amigão, será que a Kate vai querer ficar comigo? Ah cara, ela tem o corpo mais sexy que eu já vi...
- Claro garoto. Segue o conselho do maninho aqui, que já catou as meninas mais gostosas da escola, incluindo a Megan e a Claire. Chega chegando na mina, falando que achou ela muito linda e que tudo o que mais quer é um beijo dela o mais rápido possível. Não deixa nem ela responder, já parte pro abraço e beije-a: mostra que é o garanhão dos garanhões, e que não nasceu pra brincar... Nossa, já ia me esquecendo brother: se ela vir com aquele papo de namoro, CAI FORA! Diz que tá novo demais pra se prender a uma só pessoa e que está a fim de curtir a vida, a adolescência. Falou?!
As coisas mudaram muito, mas acredito que nem tudo está perdido.
Toda garota que ouvia, quando pequena, aquelas historias de príncipes e princesas, bruxas e fadas-madrinhas sempre sonhou com o seu final feliz: o tão sonhado dia em que o garoto de olhar encantador e gestos mais encantadores ainda apareceria no final da história, segurando nos braços o seu final feliz. Que atire a primeira coroa quem nunca pensou em ser a princesa do seu conto de fadas preferido...
Sim, eu também já quis ser uma princesa, com direito a um vestido rodado, cheio de anáguas, sedas e rendas: afinal, elas sofrem e sofrem, mas sempre acabam com um "E eles foram felizes para sempre!". Eu também quero ser feliz para sempre, e esse sonho de felicidade envolve um garoto que faça valer o nome 'príncipe'. Não é certo depositar as minhas fantasias e esperanças num sonho de felicidade que eu sequer sei se já nasceu, se procura o mesmo que eu. Mas eu não consigo fugir disso. E acho que a maioria das meninas, mesmo aquelas que saem pra se divertir com as amigas e voltam com o batom borrado por ter beijado várias bocas, espera uma pessoa realmente especial, que faça o mundo parecer mais... simples e as cores, mais róseas.
Talvez seja por isso que o Edward Cullen, Luke Brandon, Landon Carter e até mesmo outros 'Romeus' da ficção ainda conquistam tantas fãs pelo mundo afora, com seu jeito meigo de tratar as mulheres e levar tudo tão levemente, como se a vida fosse uma brincadeira ou um parque de diversões. É, ainda acreditamos em príncipe encantado e justamente por acreditarmos nele é que sonhamos acordadas com esses personagens fictícios. Ora, já que ainda não topamos com um garoto encantador (não necessariamente bonito) na nossa vida, sonhamos mesmo é com essas réplicas perfeitas de príncipe encantado.
Podem dizer que é besteira, cafonice ou mesmo ilusão, mas eu acredito piamente em amor verdadeiro – daqueles que atravessam toda e qualquer barreira – príncipe encantado e final feliz. Não existem comprovações cientificas ou mesmo relatos históricos que provem que os Irmãos Grimm ou mesmo Charles Perrault estavam certos ao dar às suas respectivas princesas – Branca de Neve e Bela Adormecida – o tal final feliz, mas ainda assim eu acredito neles. Eu só... acredito e espero que Papai do Céu não tenha esquecido de mim.
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Giiiiiiirls, quanto tempo né?! *-*
Pois bem, já estava com saudades daqui e saibam que não foi só a falta de... criatividade que ocasionou o meu sumiço. Não. O 'ocorrido' foi a pressão escolar: é, eu NUNCA tive uma semana tãaaaao corrida assim. Provas, trabalhos e tarefas que não acabavam mais. Até uma obra de arte eu tive que fazer essa semana. Pois bem, eu comecei esse texto assim que vi o tema no BLK (porque esse foi o tema que eu mais gostei do BLK. Fato.), mas simplesmente não tive tempo pra terminá-lo. Só hoje.
Mas agora creio que terminei de fazer TUDO o que tinha que fazer, então terei uma sexta-feira ótima: siim, agora vou poder ficar na net o quanto tempo quiser, assistir a Becky a tarde toda e adiantar minha leitura. Isso *-*
Ah giirls, e meu aniversário está chegando e eu fico tão... feliz quando falta pouco tempo pra eu fazer aniversário. Ya!
É isso amadas, até o próximo post e muitos beijos pra vocês *: <33'
Just dance, gonna be okay ♪

Trilha sonora: aquela música que toca no filme quando a mocinha chega a sua casa e é surpreendida por um longo e doce beijo do seu marido de olhos claros e sorriso encantador. Ou mesmo quando a vilã comete mais um dos seus crimes estranhamente macabros, seja ele matar uma adolescente por pura vingança ou mesmo colocar duas amigas, umas contra as outras. Filmes possuem trilha sonora; novelas possuem trilha sonora. Será que nós, pessoas completamente normais, que não encontram nada mais que uma pilha de louças sujas pra lavar assim que você chega da escola, e a pessoa que mais se parece com uma vilã que você conhece é a sua professora de matemática, que simplesmente não explica a matéria da aula passada, possuímos trilha sonora? Será que uma vida normal e às vezes até monótona demais para o nosso gosto é capaz de ter uma trilha sonora? É, aparentemente a resposta é sim.
Ora, quantas vezes você não ouviu aquela musica calma, doce e instantaneamente lembrou-se do seu namorado, que você já não via havia alguns poucos dias e por isso estava morreeeeendo de saudades? Quantas vezes você não ouviu a musica nova duma dessas cantoras pop’s que fazem sucesso e lembrou instantaneamente da ultima festa a que você foi? Sim, aquela mesma em que você dançou até as pernas não corresponderem ao seu comando, bebeu algumas e só saiu da boate quando o DJ começou a guardar seus equipamentos. Sim, direta ou indiretamente nós possuímos trilhas sonoras ou mesmo musicas que nos remetem a pessoas ou momentos especiais. E como não sou uma exceção do mundo, é claro que possuo musicas – preferidas ou não – que tem esse pode ou que simplesmente são capazes de traduzir o que sinto e penso.
Quando tudo o que eu mais preciso é apenas esquecer todos os problemas ou mesmo quando quero levantar meu astral, dou play no CD da Lady Gaga. Quando estou romântica e melosa demais, querendo lembrar aqueles dias em que eu suspirava pelos cantos da escola por causa de um amor platônico, não existe ninguém mais perfeito que Taylor Swift e suas músicas doces. Aparentemente suas músicas têm um poder extraordinário sobre mim... Mas se alguma musica diz mais sobre mim do que a "Ever Ever After", da Carrie Underwood, apresente-me porque eu ainda não conheço: afinal, ela diz tudo sobre finais felizes. Sim, aquele mesmo que eu procuro incessantemente e que vocês sabem muito bem!
Parece muito estranho termos uma musica para cada momento, cada lembrança da nossa vida, mas nós simplesmente temos: seja ela para aquela amiga estabanada que vive caindo ou mesmo pro seu primeiro e desastrado beijo. Não existem pesquisas cientificas que expliquem esse fenômeno, mas acho que não preciso ir muito longe para descobrir essa 'presença musical constante': podemos até não perceber, mas tudo tem uma musica e justamente por isso é que certas situações nos remetem a certas musicas. Seja ela irritante ou não, legal ou não: o telemarketing, o seu seriado preferido, a novela do horário nobre e até mesmo o caminhão de gás possuem musicas. Simplesmente não dá pra fugir da música e seus mistérios, porque ela está em todo o lugar. É, ainda bem que não somos capazes de fugir dela...
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Ah, eu só queria dizer que sei que está HORRIVEL esse texto, mas de certa forma é assim que me sinto em relação à musica. Não dá pra fugir ou escapar, ela simplesmente está na nossa vida, e já faz parte dela. É, acho que esse foi um dos textos mais pessoais do blog: ficou uma porcaria, eu sei .-. Well, espero que gostem e comentem bastante :D
Beijos e até breve amadas do meu coração *: <33'
Talvez... eu tenha ido longe demais com meus devaneios!

Você tem meu coração em suas mãos e sabe muito bem disso. Aliás, sabe até mais do que deveria saber: talvez esses meus sentimentos devessem ficar escondidos para sempre, num canto inalcançável e completamente obscuro do meu coração. Mas as coisas não saíram como o planejado, e eu fui traída pelos meus próprios instintos, que não consegue se controlar quando você passa perto de mim e esbarra sem querer nos meus ombros. Pelos meus olhos, que insistem em observar cada movimento, cada sorriso e cada careta que você faz ao ver que alguma coisa não está bem. Pela minha pele que insiste em arrepiar e até mesmo suar frio quando você simplesmente passa seus olhos por cima de mim e lança um sorriso que eu nunca decifrei: zombaria, vergonha ou educação? Talvez eu não devesse gastar meu tempo com você, pra simplesmente ficar atenta a cada trejeito novo, a cada sorriso encantador e a cada sorriso enigmático que você dá a garotas que não sou eu. Masoquismo, eu sei. Talvez eu devesse prestar mais atenção em mim, e ver como você me fazia... bem?
A verdade é que eu estou vivendo um doce conto infantil, onde você é o soldadinho de chumbo, que se faz de durão, mas que ainda assim consegue me cativar. Justo eu, a doce bailarina de cristal, que possui os sentimentos tão frágeis quanto seu próprio corpo; justo a única pessoa no mundo que todos diziam ser delicada e dócil demais para se apaixonar por você, aquele rude garoto de olhos doces e coração de pedra. Quem sabe alguma entidade desconhecida resolveu abolir o final feliz de todas as histórias do mundo, e justamente por isso eu vivia suspirando pelos cantos e tentando esconder todos os meus olhares. Acho que esse seja o motivo por você nunca vir falar comigo e somente dar um risinho para mim quando me pegava ali, suspirando feito uma boba. Uma boba apaixonada.
Acho que descobri o enigma de tudo isso: sim, eu estou me colocando na história errada. Creio que eu seja a boba-da-corte do seu imenso e luxuoso castelo; aquela que serve de piada para todos os seus amigos príncipes que só querem saber de mulheres fugazes, garrafas de rum e alguns bailes de gala. Você não consegue mesmo enxergar, ou melhor, não quer enxergar entre a minha maquiagem de palhaço e a roupa cheio de cores e brilho que eu sou completamente e erroneamente apaixonada por você, só por você!
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Amadas, como anda a vida? Hein? Espero que bem, já que a minha anda na mesma: nada de festas, fofocas ou mesmo noticias encorajadoras. Bem, eu queria dizer que esse texto é completamente fictício, completamente ook meninas? A verdade é que eu estava com vontade de postar alguma coisa romântica e tudo mais, algo que realmente parecesse o desabafo de uma adolescente apaixonada, já que eu não fazia isso há teeeempos, e até que esse aqui... saiu! Bem melhor que outros em questão, diga-se de passagem.
Ah, também queria dizer que hoje eu assisti a reprise do VMA e quase chorei quando vi o Kanye West pegando o microfone da mão da Taylor e dizendo que quem merecia o premio de melhor vídeo clipe feminino era a Beyoncée. E porque eu achei a sua ação ridícula? Porque ele podia ter sua opinião e depois até dizer o que ele disse, mas precisava estragar o momento da menina?! Ah, e se vocês concordam comigo, leiam esse post também :D http://debbyslm.blogspot.com/2009/09/autentico-ne-sei.html
É isso giirls, beijos na bochecha e até breve amadas *:
TAAAAAAAAYLOR <33'

Entre o bom e o mau humor...

Não é sempre que acordamos com o humor lá nas alturas, sorrindo para o carteiro bigodudo que sempre se esquece de entregar as suas cartas tão preciosas e até pra professora de química que fez questão de manchar o seu boletim para sempre, com uma redonda e gigantesca nota vermelha. Muito pelo contrário, já que a maioria dos dias nós (desculpas se este texto não se encaixa a você, mas acho que a maioria das adolescentes vive nessa montanha-russa.) acordamos extremamente nervosas por ter que levantar cedo para, ao chegar à escola, aprender equações de segundo grau que não ajudarão em nada com a carreira que você pretende servir. Ora, eu nunca ouvi nada sobre resolver incógnitas bem no meio de uma apresentação de dança ou mesmo sobre um médico renomado que precisou descobrir o valor de "y" enquanto colocava um marca-passo num paciente...
É, aparentemente o mundo parece um planeta cheio de cores monocromáticas e pessoas felizes demais para o seu gosto: afinal, que motivos você tem para distribuir sorrisos tanto quanto sua melhor amiga, sendo que você sequer conseguiu ter uma noite de sono digna e agora está com duas olheiras terrivelmente horríveis. Sem falar que hoje, justo HOJE, o garoto mais bonito e que sua mãe certamente pediu aos céus como genro, resolveu pedir o seu livro de português emprestado. Não, você só tem motivos para chorar e, no máximo, dar uma risadinha falsa para a garota que você não suporta e que, milagrosamente, senta na sua frente.
Não, o mundo não é tão bom quanto aparece nos filmes da sessão da tarde e sequer tem final feliz, assim como as novelas que passam no horário nobre. Então, viva a cara truncada e o mau humor inacabável!
É, não vou negar que já cheguei a pensar nisso (e não foi só uma vez, não!). Mas afinal, tenho certeza que todas as pessoas que possuem problemas e mais problemas já passaram por esses dias de revolta, onde nada parece tudo e até os passatempos mais divertidos da vida passam a serem apenas passatempos. Nada mais, nada menos.
Porém, devemos olhar por outro ângulo – mesmo que a sua vontade seja jogar alguém da ponte ou mesmo se afundar dentro dum cobertor, com muita pipoca e chocolate – e ver que a vida não espera o seu nervoso e a sua rebeldia passarem, pra tudo voltar aos seus devidos lugares. Ela simplesmente passa, mais rápido do que nossos olhos podem ver e que nossas mãos possam tocar: ora, quantas risadas e brincadeiras, carinhos e palavras amigas, fatos e fotos não foram perdidas simplesmente porque o nosso mau humor era bem maior que tudo e todos. Quantos minutos preciosos da nossa vida não foram desperdiçados com broncas, brigas e picuinhas? Quantos?
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Pessoiiitchas do meu coração, como anda a vida aí do outro lado da telinha? Espero que bem *-* Ah, espero que gostem desse texto que fiz quando estava com o maior mau humor do mundo: yes, eu aconselho os outros mas sequer sigo as minhas palavras.
E me respondam uma coisa, com sinceridade: vocês ainda gostam do meu blog? Não sei, é que os comentários diminuíram muito mesmo e eu fico tão depressiva quando vejo o mesmo numero de comentários. Nada mais, nada menos...
Giirls, é isso ok?! Beijos e muitos beijos açucarados, e até breve. O mais breve possível; haha'
Segredos, simplesmente segredos

Segredos são aquelas pequenas manias, fatos e acontecimentos que você simplesmente não pode revelar (não PODE, mas sempre acaba revelando), seja por uma questão de ética ou mesmo por uma questão pessoal: afinal, ninguém precisa saber daqueles pequenos atos do dia-a-dia. Ou precisa?
Existem vários tipos de segredos – se é que eles podem ser divididos em categorias – que são igualmente distribuídos entre todas as pessoas do mundo. Sim, você pode até achar que aquela sua professora de olhos doces e sorriso gentil não possua um segredo, mas ela tem! Aliás, não só um, mas vários! Ninguém sai impune à Senhora Sigilo: você pode ser uma simples estudante do Ensino Médio ou mesmo o presidente da maior potência mundial, que ainda assim você terá segredos. Segredos escabrosos, segredos pessoais ou mesmo segredos que não são tão secretos assim...
Os segredos escabrosos são aqueles que você jura a si mesmo não contar a ninguém, para o bem da sua própria segurança e bem-estar, mas que por decisão do acaso (ou da sua boca grande mesmo), num repente, a escola ou o Brasil inteiro está sabendo daquele mesmo segredo que era para ir junto com o seu corpo para o caixão. Afinal, você achava que ninguém ia descobrir que você beijou o ex-namorado da sua amiga... Ou mesmo, aquele estuprador-com-cara-de-coitadinho-que-não-engana-a-ninguém acreditava piamente que ninguém descobriria que ele andava abusando da sua própria sobrinha. Afinal, as aparências enganariam e serviriam de esconderijo para o segredo 'X'? Ora, não existem crimes perfeitos!
Já os segredos pessoas são aquelas pequenas ações do dia-a-dia, que não fazem mal à ninguém e que não causaria nenhum efeito na vida de ninguém se você decidisse contá-los, mas ainda assim você simplesmente resolveu deixá-los bem guardadinho num canto do armário, para que só VOCÊ pudesse ter acesso a eles. Pode ser uma simples musica que levanta o seu animo como ninguém mais consegue, aquela agenda de florzinhas e ursinhos que guarda todos os seus poemas e contos secretos, o seu ‘bendito’ hábito de esconder balas e chocolates na gaveta de meias ou mesmo aquele menino de olhos claros que você paquera há muuuito tempo, mas não conta a ninguém por pura... vergonha, medo? Ninguém sabe, afinal é segredo!
Ah, e também tem aqueles segredos que você simplesmente não consegue guardar, por mais que você tente incansavelmente (essa categoria pode não se encaixar a algumas pessoas, mas eu resolvi incluí-la porque se encaixa perfeitamente a mói.). Seus gestos ou mesmo algumas lágrimas involuntárias te entregam, mesmo que você permaneça o tempo todo de boca calada. Afinal, quantas vezes eu não tentei esconder uma mágoa com alguém querido ou mesmo um problema na escola, mas mesmo com todo o meu esforço, fui traída pelos meus próprios sentidos, pelos meus próprios olhos. Acho que essas pessoas são aquelas que não conseguem mascarar seus sentimentos com a facilidade que gostariam...
Eu sou daquelas pessoas que ouve muito e pouco fala (não é por opção, juro.), e costumeiramente guardo os segredos que ouço pra mim, só pra mim. Mas existem aquelas pessoas que simplesmente não aguentam ter uma fofoca fresquinha em mãos e simplesmente não poderem repassar a tal noticia para os outros: então, a promessa do ‘eu-juro-que-não-conto-pra-ninguém’ vai embora pelo ralo e a tal pessoa é ‘obrigada’ a contar aos outros que o Sicrano beijou o Fulano na festa do Beltrano. Conselho de amiga? Confie verdadeiramente na pessoa que você vai contar seu segredo, seja ele escabroso ou quase sem importância, já que aquela pessoa que você vê como ‘amiga-e-confidente’ também possui seus próprios ‘amigos-e-confidentes’.
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Heeeey giirls, tudo bem com vocês? Já que eu nunca disse explicitamente delas aqui no blog, resolvi dizer: meninas, eu confio cegamente, eternamente e permanentemente em vocês. Afinal, eu sei que a qualquer hora do dia eu vou poder contar com elas, assim como eu também estarei SEMPRE do lado de vocês.
Ah, e também ACHO que minha criatividade está voltando e eu retribuo logo, logo os comentários que vocês carinhosamente me deixaram. É que nesse exato momento eu tenho que terminar uma tarefa de português e eu quero LER todos os posts, não apenas dar um ctrl+c ctrl+v nos comentários. Poxa, se vocês leram meu texto também merece que eu leia o de vocês, não é?
Espero que vocês gostem do meu texto, que NÃO ABANDONEM esse humilde blog e também que dêem uma passadinha lá no Divã: ele ta bem lindão *-* Eu postei ontem, querem ler? http://diariovoador.blogspot.com/2009/09/and-i-miss-you.html
Por hoje é só giirls, até breve e muitos beijos adocicados *: <33'
Afinal, somos mesmo o futuro do país?

Delinquente juvenil é aquele que repetidamente comete um crime, delito. Infelizmente, só não enxerga quem realmente não quer ver ou mesmo quem não está pronto para encarar a realidade da vida: nas últimas décadas, a percentagem de delinquência juvenil aumentou muito. Muito mesmo. Será que somos mesmo o futuro do nosso país?
São adolescentes, ricos ou não, cometendo furtos ou mesmo roubos em casas e pequenas lojas ou mesmo praticando o tão vicioso tráfico de drogas: ora, parece tão apetitoso não é? O dinheiro vem fácil e rápido, sem que você precise colocar as mãos na massa e derrubar gotas de suor na terra: pra quê? Basta você vender algumas pedras na esquina de casa ou alguns cigarros no parque da cidade, que o dinheiro que você levaria horas para receber, vem até você. Como se ele tivesse... pernas e até mesmo vida própria! Sim, o dinheiro vem com extrema facilidade: porém você esquece-se de um pequeno detalhe. Esse caminho é sem volta, e assim como o dinheiro, a sua vida também vai fácil...
Sim, existem vários e vários exemplos que eu poderia citar aqui, para vocês, mas não é preciso tanto esforço e pesquisa, já que podemos ver exemplos no nosso próprio dia-a-dia: nós podemos nem perceber, mas aqueles pequenos e perdoáveis delitos são delinquência juvenil, sim! É, eu estou falando daqueles atos inconsequentes, que passam despercebidos pelo nosso cotidiano...
Ah, aquela garota pichou o muro do banheiro feminino porque pensou que seu nome ficaria muito bonito naquela enorme e impecável parede de azulejos brancos; já aquele outro grupo de meninos resolveu fumar dentro do shopping da cidade porque pensou que tinha o direito de fazer o que tinha na telha. Afinal, eles não estavam machucando e tampouco importunando ninguém. Ah, e como esquecer daquele grupos de garotos que resolveu colocar taxinhas em TODAS as cadeiras da sala dos professores: era só uma brincadeira, algo sem importância.
Será? Será que você era obrigada a ver todo santo dia o nome da tal aluna, escrito em letras negras e garrafais, bem na parede do único banheiro feminino? Será também que você tinha o DEVER de respirar o ar impuro e... mal cheiroso que exalava daqueles cigarros fedorentos e desprezíveis? Ainda, será que aqueles professores podiam se machucar pelo simples fato de que um aluno resolveu tirar o tédio que o envolvia?
A verdade é que o crime é um 'circulo vicioso': você pode começar a qualquer hora do dia, mas é impossível sair dele. Pelo meu modo de ver e pensar, a delinqüência juvenil ou mesmo um crime cometido por um homem barbado de cinqüenta e poucos anos só existe porque existem pessoas que simplesmente não sabem o significado da palavra RESPEITO. Já que, se eles soubessem e entendessem que o seu direito terminam onde começa o direito das outras pessoas, no mundo não haveria tantos roubos, assaltos, seqüestro e desrespeito. Não, o mundo seria bem melhor, COM CERTEZA...
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Hey giirls, como anda a vida e as fofocas aí do outro lado da telinha?
Ah, eu queria dizer aqui que demorei SIM pra postar: eu assumo isso. Mas é que duas coisas fundamentais – pelo menos para mim – estavam faltando para que eu continuasse expressando minhas ideias em palavras: criatividade e incentivo. Ah, não sei... A criatividade pulou a janela enquanto ninguém estava prestando a devida atenção e o incentivo, que no caso são os comentários, simplesmente estão em falta no mercado. (Ah, eu não me refiro a você Érica!) Não sei, estava meio... desanimada, essa é a palavra!
Mas eu voltei, e o que me incentivou foi um PS do blog da Yasmin. Ela dizia que "os jovens não querem nada com assuntos sérios", se referindo ao tema do Blorkutando, que é Delinquência Juvenil: o numero de participantes está bem abaixo no normal... Eu fiquei meio assim, já que nunca tinha escrito sobre algo realmente sério: afinal, eu não quero passar a ideia de que sou só mais uma adolescente romântica e fútil.
Aliás, o texto pode não ter ficado bom e eu posso até ter fugido do assunto, mas é que eu penso exatamente isso, nada mais do que isso... Ok giirls? *-* Então é isso pessoas: beijos, blues e poesia pra vocês *: <33'
Resposta certa

- Ah, o que será que a Lizzie está escrevendo dessa vez, hein? Será mais um poema de amor barato e meloso? Será? – Jason sabia ser malvado, ah como ele sabia... Àquela altura do campeonato, meu caderno de poesias já estava no meio da rodinha de meninos, passando de mão em mão. Sim, aqueles garotos lindos de morrer, mas que tem minhoca na cabeça: todo mundo conhece pelo menos uma peça dessas na vida, e comigo não era diferente. - Devolve isso pra mim, Jason. Agora. - Por que eu devolveria? Se eu não devolver AGORA você vai chorar? Hein? – ele tinha um tom maldoso na voz, e segurava aquele pequeno caderno de folhas desenhadas pelas pontas dos dedos, como se aquilo fosse um... lixo, nada mais do que isso. Meus olhos se encheram de lágrimas rapidamente, como num estalar de dedos ou mesmo como num toque de mágica da minha fada-madrinha: desculpas, mas eu sempre choro quando fico nervosa. Acho que ela tá de mal comigo... - Jason Hilson, devolva já o caderno da aluna Lizzie Jones. Vamos! – a voz grossa do senhor Smith, professor de física, cortou todas as gracinhas e risadas que vinham de todos os cantos da sala. Inclusive Jason, que olhou para mim com um ódio mortal no olhar – ora, de certa forma ele tinha ficado sem-graça na frente das meninas mais bonitas e sedutoras da escola justamente por minha culpa. Justo eu, a garota de óculos de armação grossa e cabelos pretos que viviam presos num rabo de cavalo baixo e desarrumado. – Ah, agora que ele devolveu seu caderno, pode ir dar uma espairecida pelo pátio ou pelo jardim, se você quiser. Eu arrumei meus óculos e apertei meu caderno contra o peito, numa tentativa desesperada de protegê-lo daqueles brucutus de barriga definida e cérebro de ameba. Sai pela porta da sala de aula com todos os olhares voltados para mim – sejam eles de pena ou de asco – e corri o máximo que pude, até alcançar finalmente o pátio. Algumas lágrimas escorriam pelo meu rosto e com certeza minha face já estava completamente vermelha e inchada, já que isso sempre acontece quando eu fico extremamente nervosa ou revoltada. Naquele caso, eu estava sentindo as duas coisas... - Lizzie, é você? – como eu estava com a cabeça baixa e os olhos voltados para o meu tênis, nem percebi que Josh vinha despreocupado e assobiando uma canção, com as mãos no bolso da calça jeans e os seus olhos verdes fitando o... nada? Josh, porque justo ele? ELE! – O que aconteceu? Ele tirava os cabelos que se desprenderam do rabo de cavalo e que agora estavam grudados ao meu rosto graças às lagrimas. Ele realmente parecia se importar com a razão das minhas lágrimas: ora, eu não tinha que dizer a ele que era a chacota e o motivo de gozação da minha sala. Não mesmo! - Ah Josh, eu não tenho nada. Nada mesmo... – desvencilhando dos seus braços, que seguravam os meus como se eu precisasse de apoio para ficar em pé, e corri para o banheiro. Ah não, Josh tinha que me ver assim, tinha? Colocando o tal caderno do meu lado, eu entrei numa daquelas repartições que existem em todo banheiro feminino e me sentei no chão, apoiando meu queixo sobre os meus joelhos e deixando que o choro corresse solto, tanto que chegava a soltar pequenos soluços. Ai, meus dias letivos não eram dos melhores, justamente porque eu tinha que aturar Jason e sua turma de amigos fortões me importunando sempre que eu precisava ficar sozinha, ou mesmo porque eu não era como as lideres de torcida do time de basquete da escola. Pelo contrario, já que meus cabelos não eram tão brilhosos como os delas, e eu também não usava aquelas blusinhas curtas nem calças justas, e muito menos namorava o capitão do time. Ou melhor, eu não namorava o capitão do time de basquete e nenhuma outra garota da escola tinha conseguido esse feito. Pelo menos não nos últimos meses, já que não corria nenhum boato pelos corredores da escola sobre a nova namorada do capitão do time, ou seja, Joshua Williams. Ou simplesmente Josh. - Lizzie, você está aí? – ah meu Deus e todos os santinhos que estiverem de plantão, quem está me procurando? Não, não pode ser ele: ele não chegaria a tal ponto único e exclusivamente por mim! – Ah, se você me respondesse ia agradecer... Depois de me dobrar e redobrar dentro daquele cubículo, pude vê-lo andar de um lado para o outro do banheiro, tentando de alguma forma encontrar em qual banheiro eu poderia estar: eu estava totalmente sem palavras, afinal Josh estava quebrando uma das regras mais severas da escola (fala sério, menino em banheiro feminino é o ó.) só pra ver se eu estava bem... Ah, era demais pra minha cabeça. - Er, eu estou aqui Josh... – ahn, acho que deveria ter ficado quieta no meu canto e deixá-lo ir embora. Afinal, se alguma inspetora de alunos aparecesse naquele momento e visse ele ali, com certeza a suspensão seria para ele e não para mim. – Mas eu estou bem, você pode ir embora. - E se eu estou aqui só para quebrar as regras? – ainda contorcida dentro da repartição, eu via seus pés se aproximarem da cabine onde eu estava. Provavelmente ele estava apoiado na parede, com os braços e pés dobrados, como ele costumeiramente faz quando está de bobeira. - Ahn, eu sei que você não é assim. - Assim como? – sua voz rouca e doce não foi capaz de conter um ar de riso. – Nós quase não conversamos, e quando eu fui falar com você, ou seja, agora, você se esquivou e correu pro banheiro. - Pode ser que nós nem conversamos, mas eu sei muito bem quem é você, Joshua Williams. Eu sei que você adora bagunçar seu próprio cabelo e que tem mania de roer unhas quando alguma coisa não te interessa. Eu sei também que você odeia garotas que tem a voz enjoada e que sua comida preferida – ao menos na escola – é lanche natural com refrigerante. Seus olhos deixam escapar coisas que você nem imagina: er, não é preciso ser ninja pra saber que você é popular, mas odiaria burlar regras ou mesmo machucar os outros que não são tão populares quanto você. – ah, desculpa, mas as palavras saíram da minha boca como uma enxurrada de pensamentos secretos, como se não houvesse mais ninguém ouvindo tudo aquilo. Mas havia, e esse alguém era justamente Joshua Williams. Silêncio e mais silêncio. Acho que Josh ficara muito surpreso com tudo aquilo que eu sabia sobre ele, afinal não era normal. Ou era? Só sei que minhas lágrimas secaram, Josh não estava mais parado na porta do banheiro (sim, eu ainda estava curvada dentro do banheiro.) em que eu estava e tudo que eu podia ouvir agora eram algumas meninas jogando vôlei na quadra ao lado. E só. Lá estava eu sozinha novamente. Abrindo vagarosamente a porta e apertando novamente o caderninho contra o meu peito, eu encontrei o banheiro vazio, completamente vazio. Acho que eu sonhei com aquela conversa ou algo assim, porque não havia nem sombra dele ali dentro... - Você acha mesmo que aquele cara que você descreveu lá dentro é Josh, Joshua Williams? – minha alma quase pulou do meu corpo quando encontrei Josh parado na porta, olhando para mim com uma curiosidade estranha no olhar. AH MEU DEUS! - Er, eu tenho certeza que você não é o popular casca grossa e garanhão que todo mundo diz por aí. Eu tenho certeza... – era impossível não fugir daqueles olhos verdes tão... persuasivos. - Resposta certa. Foi tudo rápido demais, mas eu me lembro como se fosse hoje e agora. Suas mãos ergueram meu rosto e colocaram meu cabelo pra trás, e logo seu rosto tão delicado se inclinou sobre o meu e ele me beijou, com seus lábios tão quentes e sedutores. Eu estava fora de mim, como se tivesse sido abduzida por ET’s coloridos e de bolinhas brancas: afinal, nunca na minha vida eu ia imaginar que, um dia, Joshua Williams ia me beijar. Talvez em outra encarnação! - Er, eu... Nunca pensei que isso fosse realmente acontecer. Quer dizer, logo eu? Por quê? – eu estava atônita e minha respiração estava descompassada, como se eu tivesse acabado de dar uma volta no mundo inteiro em apenas dezesseis horas. - Ah... – ele coçava a cabeça e sorria encabulado: sim, outra coisa que eu sabia sobre ele era que ele tinha vergonha de demonstrar seus sentimentos. Droga. – Você é tão doce e meiga, além de não se importar com o quão popular eu sou. Eu sei que poderia ser um simples nerd com olhos verdes e óculos estranhos que, ainda assim, você ia enxergar através da roupa antiquada e dos óculos desajeitados. - Ahn, resposta certa... -- Hey girls, como anda a vida e as fofocas? Er, eu só queria vim dizer que eu sei que ficou extravagantemente, exageradamente e cansativamente grande esse conto, mas é que quando se trata de contos de amor, eu simplesmente não consigo conter as palavras: elas simplesmente saem *-* Ah, também postei lá no Divã girls: http://diariovoador.blogspot.com Ok, acho que é só isso que tenho pra falar, então até breve, beijos, blues e poesia *:
Caixa de lembranças

Era uma caixinha de presente florida, pincelada delicadamente pelas cores mais vivas que eu já pudera ver em todos os meus quinze anos de vida: eram tons azulados, róseos, alaranjados e esverdeados se misturando alegremente. Claro que eu poderia guardar qualquer coisa dentro daquela enorme caixa retangular: papéis de carta, livros, souvenires ou mesmo usá-la para presentear alguém. Mas não, ela era a responsável por guardar a maioria das minhas lembranças: tudo estava ali, TUDO.
Eu não costumava examinar e revirar as coisas que eu guardava dentro dela, mas num dia chuvoso e completamente... nostálgico, eu resolvi abri-la e quebrar as regras que eu mesma construí. Quando a tampa se levantou e o interior da caixa foi revelado, eu senti minha cabeça rodar e ver fatos e memórias virem instantaneamente à minha cabeça. Vários objetos familiares se destacaram entre outras nem tão íntimas assim. De certa forma, a melhor parte da minha vida cabia dentro de uma caixa e essa caixa era aquela.
Uma folha de caderno cuidadosamente dobrada e recortada em forma de coração, onde se lia em letras grandes e cursivas o nome de um grande e inesquecível amigo que a distância fez questão de levar embora: ela não foi entregue. Duas figurinhas adesivas de uma novela infanto-juvenil que hoje nem existe mais e também o álbum, que não fora completo e agora estava dobrado e jogado no fundo da caixa: tanto dinheiro que meu pai gastou nesse álbum...
Minhas mãos começaram a remexer a caixa incessantemente, tateando tudo o que encontrava pela frente e colocando tudo ao meu lado, que estava sentada na cama e tinha a caixa sobre os meus joelhos: eram sapatinhos de quando eu ainda era um bebê, botões do meu vestido de festa junina da segunda série e até um trabalho de escola que eu sequer imaginava que ainda existia. É, todas aquelas cores e linhas sinuosas devem ter me conquistado tanto que fizeram com que eu guardasse-o.
- Como eu não mexi nessa caixa antes, hein?! – as memórias de um tempo que aparentemente era melhor iam e voltavam pela minha mente, fazendo meus olhos se encherem de lágrimas ao mesmo tempo em que um sorriso tímido despontou nos meus lábios. Afinal, era bom recordar e ver que a vida é maravilhosa!
Depois de muitos recados e adesivos coloridos, uma foto aparentemente colada por um pedaço de fita adesiva chama a minha atenção antes que eu feche a caixa novamente e devolva-a a estante de madeira.
Delicadamente, eu a puxo do fundo da caixa e é praticamente impossível segurar duas lágrimas teimosas que escorrem pelo meu rosto quando eu finalmente decifro as duas crianças que estavam na foto: eram duas meninas, de cabelos escuros e olhos brilhantes, que sorriam desajeitadamente para a câmera e colocava as minúsculas mãos na cintura, fazendo pose. Uma arvore frondosa e duas grades estavam ao fundo, mas eu sequer sabia que animais estavam naquelas jaulas, que certamente eram do zoológico da cidade.
As garotinhas felizes e despreocupadas da foto rasgada? Éramos eu e minha ‘prima-melhor-amiga-de-infância’, provavelmente num dos diversos passeios que fazíamos quando ainda conversávamos, quando ainda éramos amigas...
Depois de um longo suspiro e uma longa observação da foto, eu sequei uma lágrima que estava presa nas hastes dos meus óculos e coloquei cuidadosamente a foto rasgada sobre os outros pertences da minha história: era doloroso, era nostálgico e confuso demais lembrar aqueles tempos em que corríamos pela rua deserta da casa da minha avó paterna, com os braços abertos e olhos atentos. Pulávamos poças de água da chuva e desviávamos das pedras que apareciam no nosso caminho: nada e nem ninguém podia nos deter.
Eu fechei a caixa de presentes com todo o cuidado possível e deixei aquelas garotinhas olhando para mim, com esperança e alegria transbordando pelos olhos pequeninos: a foto ficou ali, presa naquela caixa de lembranças e sonhos, assim como a nossa amizade que acabou sem por que nem pra que. Ou ao menos eu sequer sabia o porquê da nossa separação, da nossa distância... Ela quis assim: foi ela quem quis que as promessas de amizade eterna fossem quebradas e que os planos virassem apenas lembranças. Então que seja assim...
• Pauta para o Blorkutando
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Hello girls, como anda a vida e as fofocas? Er... Sim, eu resolvi deixar os PS’s e mais PS’s de lado: sim, aparentemente eu cansei daquela história e resolvi que se eu quiser contar do meu ‘animado e corrido dia-a-dia’ eu vou contar: u-huul, que animação! aaaah meninas, eu sei que o ‘roteiro’ desse texto não parece estranho, mas é que de fato essa história com a minha prima e tudo mais traz... inspiração à minha vida: ao menos essa história serve pra alguma coisa! Tá, eu nunca contei DIRETAMENTE o que aconteceu entre a gente, né?! a verdade é que se eu fosse contar tuuuuuudo, vocês iam acabar dormindo em cima do teclado. Sim, é entediante e chata. Chata.
Mudando de assunto, eu queria falar outra coisa: essa caixinha do texto existe sim, só não existe a foto rasgada (por mais que a história seja verdadeira), o botão do vestido de festa junina e eu não uso óculos. O resto? Existe TUDO e todas essas coisinhas estão guardadas numa caixa de presente florida, assim como no texto! Emocionante.
É isso girls, beijos e muitos mais beijos na ponta do nariz e prometo que não escrevo mais sobre essa prima... Ou melhor, acho que não devo prometer nada pra depois não quebrar a promessa...
Aparência ou inteligência? Eis a questão!

Todo mundo diz que beleza não é REALMENTE importante, muito pelo contrário: o que vale mesmo é a beleza interior, são os sentimentos e as qualidades que a pessoa possui, e que por acaso não são demonstradas com um belo par de olhos azuis ou mesmo com uma barriga definida. Porém, tanto eu quanto você sabemos muito bem que o bonde não corre nessas condições, não mesmo.
Mulheres-frutas e homens viris que viram sucesso de uma hora para a outra, aparecendo em tudo quanto é programa de auditório e de fofoca por uma simples ida à padaria ou por irem à praia tornearem um pouco mais os seus músculos incrivelmente... atléticos. Agora me respondam a seguinte pergunta: essas pessoas ficaram famosas por criarem musicas e melodias capazes de nos fazer pensar e meditar sobre a importância dos pequenos detalhes da vida ou mesmo por ter cumprido com maestria seu papel na novela mais falada dos últimos tempos? Não, os incontáveis holofotes não vieram por nenhuma dessas duas alternativas, tenha certeza disso. Toda essa fama – que, diga-se de passagem, é instantânea, já que basta aparecer outra novidade para que eles sejam jogados para escanteio – veio único e exclusivamente pela superexposição dos seus corpos esculpidos e dos seus músculos bem torneados: sim, agora basta ser bonita e sensual para virar celebridade!
Ok, eu não vou ser hipócrita e dizer que prefiro pessoas desdentadas e que possuam uma ‘linda e sexy’ barriga de chope, não! Mas também vejo que essa supervalorização da beleza e da sensualidade exacerbada está sufocando os verdadeiros sentimentos e dons que as pessoas possuem, já que, sinceramente, é bem mais importante: fala sério, ninguém merece aquelas pessoas que parecem esculpidas pelos anjos de tão perfeitas, mas que quando abrem a boca só saem asneiras, do tipo ‘O que? O Sarney promoveu atos secretos e eu nem estava sabendo?’. Não, tenha CERTEZA que eu não preciso de pessoas extremamente lindas e sem conteúdo do meu lado só pra fazer média, afinal eu não preciso conquistar ou agradar ninguém desse jeito...
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PS. giiiiiiiiirls, que saudade que eu estava de vocês e desse blog aqui; sequer dá para descrever o desespero que senti ao ver os dias se passando e passando e eu não podendo visitar e retribuir o carinho de vocês ;x
PS². gente, só pra explicar que eu não estou dizendo que TODA pessoa bonita é vazia, claro que não (até porque minhas melhores amigas são as mais bonitas da classe e são super inteligentes.)! eu adoro pessoas bonitas e sensuais (na medida certa, ok?!), mas acho que as coisas saíram do controle.
PS³. bom, é isso girls.. beijos e mais beijos coloridos e até breve *:
Heeeeeey girls *-* ai, eu vim aqui dar satisfaçao a voces sobre o meu sumiço: sim, eu estou viva! (: o que aconteceu é que meu PC quebrou (de novo!) e nao sei quando ele vai chegar. Prometo que quando ele voltar eu retribuo as visitas e os comentarios *-*. Beijos *:
Viva la vida ♪

Sinceramente, nós já ouvimos milhares e milhares de vezes a frase "Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje!": nas mais variadas situações, das mais variadas pessoas. Essa frase sempre aparece como lema de vida ou frase de impacto de muitas pessoas por aí, algumas cumprindo realmente o ensinamento que essa frase traz e outras simplesmente dizendo para parecer 'a pessoa que realmente sabe viver a vida'.
Sinceridade de uns, hipocrisia de outros... Eu mesma deixo muitas coisas para o dia seguinte: não me arrisco a dizer tudo o que está entalado na minha garganta, por puro medo ou comodidade, não luto verdadeiramente pelos meus sonhos e por aquilo que eu acredito – deixo que os outros façam a minha parte – sempre adio o passeio com o cachorro ou simplesmente deixo para mais tarde um 'eu te amo' que está dentro de mim. Sim, eu deixo muitas coisas pro amanhã, para um futuro próximo ou não; e eu também sei que isso não é nada certo, não é nada bom. Eu simplesmente... jogo a responsabilidade dos meus atos pro futuro: se ele quiser que minha vontade se realize, ele simplesmente dará mais um dia de vida para que eu continue adiando o que eu gostaria ou teria de fazer. Mas chegará o dia em que eu não terei uma segunda chance.
Será como naqueles filmes de ficção cientifica ou simplesmente de apocalipse, em que sua vida e seus sonhos têm apenas um dia para se tornarem realidade. Vinte e quatro horas para você realizar tudo aquilo que você sonhou por anos e simplesmente não teve tempo ou coragem de realizar. Deve ser massacrante e ao mesmo tempo deprimente saber que tudo terá um fim e você simplesmente... não viveu, não deu importância à coisa mais importante que você tem que é a sua vida.
Não, eu não quero me sentir assim quando a morte estiver frente a frente comigo; eu não quero ter que o remorso se contorcendo dentro de mim, dando pulos e rodopios por se lembrar de tantas coisas que poderia ter simplesmente evitado sua presença ali. Eu não quero me sentir assim, definitivamente eu não quero...
Eu quero mais é viver a minha vida sem chance pro remorso. Eu quero mais é esquecer que o amanhã existe e viver único e exclusivamente para o meu hoje, para a vida que eu estou vivendo agora e não esperar que o futuro chegue, pois ele pode nem chegar. Eu não quero viver de arrependimentos, eu não quero viver de lembranças e remorsos, a vida não está ai para ser lembrada e sim para ser vivida!
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PS. ah, um post meio filosófico para o meu gosto ;x mas eu sempre quis falar sobre isso e a inspiração veio, depois que assisti o filme Presságio. sim, eu indico e tals, mas a inspiração veio depois que assisti filme (que não é drama nem nada, é ação ou ficção cientifica, não sei bem...) porque simplesmente as personagens principais se vêem numa situação onde o fim da vida pode estar bem próxima e eu fiquei completamente tocada com essa condição, de que o fim da minha vida pode acontecer daqui a dois segundos ou dois milênios.
PS². gente, a inspiração não volta por nada nesse mundo meu Deus: quando será o fim disso? é isso girls, beijos e mais beijos na ponta do nariz *:







