Simplesmente o meu herói...

Eu sei que o Dia dos Pais é no próximo domingo e, curiosamente, esse será o primeiro texto que vou escrever, dedicado especialmente a esse dia. Porém, eu não gostaria de escrever aqui sobre o meu pai, já que toda vez que falo dele me derreto toda e puxo a sardinha pro seu lado, seja justa ou injustamente. E justamente por não querer parecer a garotinha do papai a vocês, minhas leitoras, é que desisti da ideia (PS. Invariavelmente, eu sou e sempre serei a filhinha do papai: pelo menos na cabeça dele, sim...). Pensei em mil e duas maneiras sobre como escrever o texto e, principalmente, em quem falar no texto: era uma dúvida cruel, beeem cruel.

Primeiramente, quis falar sobre os pais em geral e sobre o amor que eles têm para nos oferecer, mas ainda assim eu falaria bem demais dos pais, porém seria por experiência própria com o MEU pai. Depois, pensei em falar sobre Brad Pitt, que consegue ser um dos caras mais lindos e famosos do mundo, e ainda assim é PAI. Mas eu não consegui desenvolver um post decente sobre Brad, então mudei para Tom Cruise: duplo fracasso, ambos de olhos claros.

Durante o seriado Chaves – que, diga-se de passagem, é o seriado preferido do meu pai – não conseguia achar uma pessoa sequer para ser o personagem principal de um texto sobre esse dia 'comercial', já que como todo mundo diz 'Dia dos Pai é todo dia'. Enfim, depois de rodeios e mais rodeios na ideia principal, resolvi apresentar a vocês o homem mais importante da minha vida: o meu pai.

Ele não é o pai mais bonito de todos os tempos (é, Brad Pitt e Tom Cruise ganham em disparada nesse quesito. Mas só nesse quesito...), mas isso nem importa já que ele consegue ser essencial à minha vida, diferente de qualquer pessoa: pode parecer melodramático, mas minha vida não seria a mesma se ele não fizesse parte da minha história.

Ele tem seu lado meio maluco, daqueles que tranca e destranca a porta umas cinco vezes antes de ir dormir ou então de não deixar que ninguém, exatamente NINGUÉM mexa nos seus papéis completamente... hum, misteriosos já que ninguém sabe o que ele escreve. Nem minha mãe. Também é sistemático quando o assunto é sair, e exige que eu chegue em casa antes das onze e meia, mesmo quando o que acontece é uma festinha da melhor amiga. E que ninguém mencione a frase "Sua filha mais velha já está namorando?" para ele, porque vai ouvir como resposta um sonoro "Hunf..." seguido por uma mudança drástica de assunto. Sim, ele é extremamente ciumento, se ainda não perceberam.

Divertido. São-paulino fanático. Trabalhador. Honesto. Sistemático. Estressado. Ciumento. Super-protetor. Carinhoso. Desconfiado. Esforçado. Medroso. Tímido. Amoroso. Simplesmente pai, o meu pai...

No próximo dia nove, tudo o que eu mais gostaria de dizer (ops, eu gostaria de dizer. A verdade é que não tenho coragem e ele provavelmente nunca lerá isso aqui, então...) a ele é OBRIGADA: obrigada por ser o meu herói e suporte quando as coisas ficavam ruins pra mim; obrigada por dar o braço a torcer só pra evitar uma briga com a minha mãe; obrigada por me fazer rir a qualquer momento, quando eu menos esperava; obrigada por me proteger dos meninos pirralhos e patéticos que estudavam na mesma sala que a minha, na quarta série; obrigada por me dar uns puxões de orelha mega úteis quando eu começava a decair na escola; obrigada por sentir a minha falta (ou melhor, minha e da minha irmã) quando saíamos para passear e ficamos por alguns dias na casa da minha avó; obrigada por trabalhar das sete da manhã até as sete da noite pra poder dar todo o conforto possível à mim, minha irmã e minha mãe. E ainda assim, ser esse paizão que você é: obrigada por ser o herói da minha vida e o homem mais completo do mundo! Obrigada por ser simplesmente o meu pai...

 

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PS¹. eu infelizmente não tenho uma foto do meu pai, então tive que colocar novamente uma foto da Taylor fazendo um coração com as mãos ;xx

PS². eu amo as fotos da Taylor Swift. Fato.

PS³. eu vou ficando por aqui girls, beijos *:



13h44 |




Ele é o cara!

Sinceramente, meu escritor favorito tem uma vida completamente 'animadora', daquelas de causar inveja a qualquer: ele vive num incrível monte, localizado na Pensilvânia, com sua mulher, três filhos e uma labradora 'extremamente calma'. Uh animação! Também não é reconhecido instantaneamente quando alguém diz o seu nome, não tem uma lista gigantesca de livros publicados nem experiência no ramo que o fez extremamente famoso: pra falar a verdade, ele estourou com seu livro de exatas trezentas e duas páginas de uma hora para outra, como se fosse um relâmpago que rompe uma noite de tempestade. Ele também não é o homem mais jovem e descolado do mundo, não conquistou praticamente todos os adolescentes do mundo com uma história envolvente e... hum, mágicas. Ok, podem dizer que sua vida é um tédio ou mesmo uma história normal, sem muito plim-plim ou litros de glamour: eu concordo e até assino embaixo.

Mas ele tem lá seus encantos, que foram dignos de conquistarem minha cabeça curiosa. Ele é o único escritor que conseguiu fazer com que eu lesse o mesmo livro por mais de cinco vezes, também foi o único que fez de uma história que pode acontecer em qualquer casa, inclusive na sua ou na minha, uma aventura cotidiana e cheia de emoção. Ele foi o único que me fez amar um livro com uma veemência impressionante: tanto que não o empresto a ninguém; nem por um decreto oficial vindo das mais longínquas terras das Filipinas!

O tal escritor preferido da Cary é John Grogan, o homem que magicamente transformou sua vida com um cão maluco e extremamente amoroso, em livro mágico, capaz de me fazer derramar um bocado de lágrimas e soltar muitas risadas: ele é o cara, falei!

 

Pauta para o Bee Writer

 

PS. eu sei que isso aqui tá um lixo elevado ao cubo, mas foi a única coisa que saiu da minha cabeça hoje. desculpas girls .-.

PS². geeeeeente, tenho uma novidade: meu blog foi selecionado como um dos mais legais do UOL. Não é demais? I'm very happy!

PS³. esse é o ultimo PS, yeah! beijos girls *:



22h32 |




Eu compito, tu competes, ele compete...

O mundo nasceu há alguns bilhões de anos e consigo nasceu a raça humana e a tal da competição, que está presente em todo lugar, seja aqui ou acolá: simplesmente não dá pra fugir dela. Pra começar, já tivemos que vencer milhões de espermatozóides para estarmos aqui hoje, você lendo meu texto e eu expondo a minha opinião para você: sim, a primeira competição da nossa vida começa quando não sabemos nem se vamos sobreviver ao mundo que está do lado de fora do útero materno, aparentemente tão rústico e perigoso.

Então, após o nascimento e a descoberta de um ambiente incrivelmente estranho do lado de fora da barriga da mãe, temos que lidar com outra coisa chamada irmãos. Sim, de repente nossa mãe aparece com uma melancia na barriga e, após nove meses e você tem que aprender a lidar com aquele minúsculo ser de nariz minúsculo e pezinhos fofos, que chegou de uma hora para a outra e roubou toda a atenção que davam para você, só pra VOCÊ! E novamente você tem que competir com seu irmão a atenção que seus familiares dão: afinal, não sabíamos que a família tinha amor para dar a todo mundo.

E depois da disputa pela atenção da sua família, veio aquela fase que queríamos ser a mais popular da escola, a queridinha do professor mais perfeito do colégio, ter a atenção do menino mais fofo da classe, passar no vestibular mais disputado do estado, ultrapassar quatro ou cinco candidatos que também querem uma vaga na empresa mais produtiva do país, disputar a atenção do genro que sua mãe pediu a Deus e por aí vai: realmente a vida é cheia de obstáculos e principalmente competições. Competições que não acabam nunca mais! Infelizmente?

Podemos até cansar de tantas disputas e competições que a vida põe no nosso caminho, querendo até chutar o pau da barraca e esquecer a palavra 'vitória', mas essa história de competições tem lá suas vantagens e também suas desvantagens.

Se não fosse a nossa fome por descobertas e sucesso, ainda estaríamos desenhando tigres e bonequinhos de palito em paredes de pedra e não saberíamos o que é televisão ou Twitter: de certa forma, essa eterna competição fez com que a tecnologia avançasse e descobrisse panoramas totalmente inovadores e úteis. Mas como tudo tem seu lado bom e seu lado obscuro, essa sede interminável por triunfos e mais triunfos fez com que algumas pessoas esquecessem um pouco dos sentimentos das outras pessoas e pensasse único e exclusivamente nos aplausos que poderia ouvir daqui alguns tempos; assim, passaram por cima dos sentimentos dos outros ou mesmo burlaram as regras, tudo por causa dessa eterna competição. Uma eterna e inacabável competição...

 

Pauta para o Blorkutando: Eterna competição

 

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PS. estou extremamente nervosa: no mesmo mês – agosto – o Rafinha Bastos e o Marco Luque vão vir fazer um show stand-up aqui na minha cidade, ou seja, um milagre já que nada acontece aqui nesse fim de mundo e eu simplesmente NÃAAAO VOU! Motivo: o ingresso é meio caro se comparado que seriam quatro ingressos e meu pai não tem tanto dinheiro assim pra gastar num único domingo. Infelizmente...

PS²: eu não acho caro o preço dos ingressos, mas acho sim que para se divertir aqui no Brasil é preciso ter uma situação financeira bem avantajada, visto que existe milhões de impostos a se pagar, água, luz, energia e afins. Droga!

PS³: sim, eu estou mega-nervosa. BEIJOS girls *:

 

 



17h10 |




Ah, porque se eu fosse você...

É incrível como o ser humano é o bicho mais difícil de lidar, afinal temos inúmeras qualidades, porem os defeitos são curiosos e ao mesmo tempo... hum, estranhos. E se hoje eu digo isso é porque minhas noites de insônia serviram para me fazer pensar e chegar a uma conclusão, mesmo que ela seja completamente errada ou mesmo bizarra.

Por que procuramos tanto a perfeição, algo que por sinal é extremamente inalcançável? E principalmente, por que sempre achamos que faríamos as coisas certas se fossemos outra pessoa? Por quê? A verdade, pelo menos na minha louca cabeça, é a de que o ser humano é o bicho mais imperfeito e ao mesmo tempo perfeccionista que existe: afinal, sempre queremos um príncipe encantado, uma professora mega-legal ou mesmo uma amiga que saiba realmente guardar segredos, mas tenho certeza que se estivéssemos no lugar de uma dessas pessoas faríamos as coisas diferentes, mas não perfeitas.

Pois bem, tenho certeza que não somos a princesa dos sonhos de muitos garotos que existem por aí, e também sei que não suportaríamos a bagunça que sua classe faz se por acaso nos tornássemos professora de matemática por acaso: surtaríamos, gritaríamos e tudo o mais que seja sinônimo de nervosismo. E vai me dizer também que você nunca contou um segredo de alguém para qualquer outra pessoa?

Esse negócio de "Se eu fosse você..." é totalmente relativo e só serve pra ser tema de um filme super-hiper-mega interessante e engraçado, já que você pode muito bem acertar se fosse a outra pessoa, mas na mesma proporção você vai errar e bater a cabeça na parede, já que o erro é algo natural da vida assim como a morte a fome.

Então, erre à vontade, mas saiba consertar quando for possível e sempre reconhecer suas falhas porque, como diz o ditado, errar é humano mas persistir no erro é completa burrice.



14h09 |




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